Cabos Elétricos na Construção Civil

Tipos de cabos elétricos encontrados na construção civil

Cabos Flexíveis PP

Os Cabos Flexíveis PP 500 V são recomendados para instalações de aparelhos elétricos portáteis e eletrodomésticos em geral. fonte Velper cabos elétricos

Construção: 1.

Condutor: Cobre nu, têmpera mole, encordoamento flexível classe 5. 2. Isolação: Composto termoplástico à base de policloreto de vinila (PVC), para temperatura de operação em regime permanente até 70 ºC no condutor, sobrecarga 100 °C e curto-circuito 160 °C. 3.

Cobertura:

Composto termoplástico à base de policloreto de vinila (PVC) na cor preta. Características de não propagação de chama conforme NBRNM-IEC60332-1 (ensaio de bico de Bunsen).

Identificação: 2

condutores: preto e azul-claro.

3 condutores: preto, azul-claro e verde amarelo.

4 condutores: preto, marrom, azul-claro e verde amarelo.

Gravação (exemplo):

(LOGOTIPO DO INMETRO) 009031/2014 TÜV RHEILAND OCP-0004 GENERAL CABLE/50 CABO PP CU PVC/D PVC ST5 2 X 2.50 MM2 300/500V BRASIL 247 NM 53 C5 NBR NM 247-5 Norma de Fabricação: NBR 247-5 – Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450 /750V, inclusive.

Cordão Paralelo

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Aplicação:

Os Cordões paralelos são recomendados para instalações internas e ligações de pequenos aparelhos de iluminação e eletrodomésticos.

Construção: 1.

Condutor: Cobre nu, têmpera mole, encordoamento flexível classe 5. 2. Isolação: Composto termoplástico à base de policloreto de vinila (PVC), para temperatura de operação em regime permanente de até 70 ºC no condutor, sobrecarga 100 °C e curto-circuito 160 °C.

Características de não propagação de chama conforme NBRNMIEC60332-1 (ensaio de bico de Bunsen).

O Cordão Foreplast possui uma saliência longitudinal aplicada em uma das veias para identificação das fases.

Gravação (exemplo):

(LOGOTIPO DO INMETRO) 008392/2014 TUV RHEINLAND OCP-0004 General Cable / 50 Foreplast CU PVC/D 2x1mm2 300V BRASIL 247 NM 42 C5 / NM NBR NM 247-5 Norma de Fabricação: NBR 247-5 – Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V.

Cabos flexíveis

Aplicação:

Devido à sua flexibilidade, os Cabos Flexíveis são recomendados para fiação de quadros e painéis, além das instalações fixas internas em prédios residenciais, comerciais e industriais.

Construção: 1.

Condutor: Cobre nu, têmpera mole, encordoamento flexível classe 5. 2.

Isolação: Composto termoplástico à base de policloreto de vinila (PVC), tipo BWF para temperatura de operação em regime permanente de até 70 ºC no condutor, sobrecarga 100 °C e curto-circuito 160 °C.

Características de não propagação de incêndio conforme NBRNMIEC60332-3-23 (ensaio de queima vertical).

Gravação (exemplo):

(LOGOTIPO DO INMETRO) 010098/2014 TUV RHEINLAND OCP-0004 – GENERAL CABLE /50 CABO FOREPLAST FLEX CU PVC BWF-B 1 X 150 MM2 450/750 V BRASIL 247 NM 02 C5. Norma de Fabricação: NBR NM 247-3 – Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões até 450/750V – sem cobertura – Especificação.

Cabo 0,6/1 kV

Aplicação:

Os Cabos 0,6/1 kV são recomendados para uso em circuitos de alimentação e distribuição de subestações, instalações comerciais e industriais, ao ar livre ou subterrâneas, em locais secos ou úmidos e aplicações similares de qualquer espécie.

Construção: 1.

Condutor: Cobre nu, têmpera mole, encordoamento circular não compactado classe 2, para seções de 2,5mm² até 6mm², encordoamento circular não compactado classe 2, para seções acima de 10mm², inclusive.

Alumínio: Encordoamento circular não compactado classe 2. 2. Isolação: Composto termofixo de borracha etileno propileno de alto módulo (HEPR) para temperatura de operação em regime permanente de até 90 ºC no condutor, sobrecarga 130 °C e curto-circuito 250 °C. 3.

Reunião das Veias: Um enchimento química e termicamente compatível com os demais componentes do cabo é aplicado no centro da reunião das veias, quando necessário.

4. Cobertura:

Composto termoplástico à base de policroreto de vinila (PVC) na cor preta.

Características de não propagação de chama conforme NBRNM-IEC60332-1 (ensaio de bico de Bunsen).

Identificação (cabos multipolares):

Identificados através de números.

Gravação (exemplo):

eneral Cable / 50 Flexonax CU HEPR PVC ST2 1 x 6mm2 0,6/1kV NBR 7286. Norma de Fabricação: NBR 7286 – Cabos de potência com isolação extrudada de borracha Etileno Propileno (EPR, HEPR ou EPR 105) para tensões de 1kV a 35kV – Requisitos de desempenho.

Manual da Construção

A construção civil tem relevante papel no processo de crescimento do país.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o de Investimento em Logística (PIL), assim como obras do Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), têm estimulado a cadeia produtiva da indústria da construção civil, pela geração de empregos e renda para milhares de trabalhadores, além de ganhos significativos em escala para o comércio e a indústria nacional.

Neste cenário, o aumento da produtividade da construção civil tem sido a tônica das discussões nos fóruns público-privados.

Nos últimos anos, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) têm trabalhado como parceiros estratégicos da indústria da construção para identificar ações que possam contribuir com a inovação, a modernização e o aumento da competitividade desta indústria.

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Sabemos que o Brasil já avançou bastante na área, mas ainda há um caminho a percorrer, especialmente no que se refere às falhas verificadas em obras, que decorrem do uso de métodos e processos convencionais, por vezes inadequados, de projetos, construção, fiscalização e aceitação. Hoje, o grande desafio para os agentes públicos e privados da construção civil é a mudança de cenário na construção industrializada.

É fundamental que o setor inove para deter o domínio de produção, empregando os princípios do processo de industrialização de forma estruturada, com gestão planejada de produção e com planejamento do fluxo de produção. Sabemos também que a industrialização na construção é um processo evolutivo, com incorporação de inovação tecnológica e de gestão, com as ações organizacionais que buscam o aumento de produção e o aprimoramento do desempenho da atividade construtiva.

O Manual da Construção Industrializada – Conceitos e Etapas – vol. 1: Estrutura e Vedação tem como objetivo disseminar o uso de sistemas industrializados na construção civil brasileira.

O material é fruto de um esforço coletivo desenvolvido por um grupo de trabalho formado por entidades do setor público e privado e coordenado pela ABDI.

O Manual traz um conjunto de informações para orientar as práticas de planejamento, projetos, contratação, fiscalização e aceitação em obras públicas ou privadas, com aplicação de componentes, elementos e sistemas construtivos industrializados.

As informações contidas no Manual foram levantadas por meio de pesquisa bibliográfica e coleta de dados junto a representantes dos setores de diversas tecnologias associadas a sistemas construtivos industrializados no Brasil, participantes do Grupo de Trabalho da Construção Industrializada.

O Manual pode ser aplicado a qualquer processo de contratação de sistemas industrializados.

É uma publicação técnica, prática e de fácil leitura, consistindo em um conjunto de informações norteadoras que auxiliam na contratação de sistemas industrializados, por meio de diretrizes, algumas delas apresentadas em forma de quadros e checklists, que podem ser preenchidos pelos responsáveis pela contratação, gerando subsídios para a seleção dos melhores sistemas.

O material foi desenvolvido para técnicos, arquitetos e engenheiros e para as instituições públicas e privadas que especificam e contratam componentes, elementos e sistemas construtivos industrializados para edificações e obras de infraestrutura.

Esta primeira edição aborda os conceitos e as etapas envolvidas na construção industrializada, com atenção especial para planejamento e contratação.

Cobre ainda a caracterização e a descrição dos sistemas construtivos industrializados, com foco nos elementos e sistemas de estrutura e vedação.

No segundo semestre do ano que vem, lançaremos os volumes 2 e 3 do Manual, que vão trazer outros segmentos, elementos e sistemas aplicados na construção industrializada.

As próximas edições abordarão as etapas de montagem e aceitação, sistemas racionalizados, elementos de instalação e revestimento, componentes volumétricos (quartos e banheiros prontos etc.) e desempenho ambiental dos sistemas construtivos industrializados.

Acreditamos que este trabalho é uma importante contribuição da ABDI para o setor alcançar melhores resultados.

Certamente, o aumento no uso dos sistemas construtivos industrializados contribuirá para a melhoria da produtividade do uso dos recursos do trabalho e do capital.

Boa leitura e boa prática!

Alessandro Golombiewski Teixeira Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI